FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO - 2026 -1 SEM
Os coordenadores discutiram o conceito de Ações Investigativas, Contextos investigativos, Aprendizagem e desenvolvimento, fundamentando a ação docente com as crianças que impulsiona a pesquisa e fomenta a ação investigativa.
A formação enfatizou que a investigação acontece quando há escuta sensível: o professor , atuando como parceiro e mediador de descobertas, observa as perguntas silenciosas dos bebês e as hipóteses das crianças, documentando esses processos e dando visibilidade ao desenvolvimento.
O segundo momento do dia foi dedicado à organização da Semana Mundial do Brincar, que este ano acontece entre os dias 23 e 31 de maio. Com o tema oficial "A Potência dos Encontros", o Sistema de Ensino reafirma o brincar como um direito fundamental e uma experiência que se fortalece na relação com o outro e com o meio.
A campanha de 2026 destaca que a infância acontece nos encontros: entre gerações, entre culturas e entre a criança e o território onde vive. A proposta é celebrar o brincar como um espaço de convivência, onde o diálogo e o gesto partilhado criam ambientes férteis para proteger e nutrir os pequenos. As ações reforçam que cuidar das infâncias é uma tarefa comum e coletiva.
A formação foi elaborada pelos assistentes técnicos Fernanda Casagrande, Alexis Matarazzo e Jéssica L. Gomes Mariucio e pela Supervisora de Educação Básica Daniele Dayana Rodrigues de Souza que reiteraram a presença do Brincar como eixo norteador do currículo da Educação Infantil. É através das interações e da brincadeira que garantimos o direito ao encantamento e ao conhecimento de si e viabilizamos as descobertas dos saberes socialmente construídos.”
De acordo com a coordenadora Jacqueline Mançano Scarano, da Emei Ciranda Cirandinha, “os diálogos e trocas realizados durante a formação possibilitaram compreender, de forma mais sensível e intencional, a importância de proporcionar às crianças experiências investigativas, respeitando seus interesses, curiosidades e protagonismo. Além disso, as discussões sobre a Semana do Brincar reforçaram o valor do brincar como linguagem essencial da infância e como potente instrumento de aprendizagem, interação e desenvolvimento”
Na avaliação do encontro, os participantes destacaram a relevância quanto às reflexões acerca da diferenciação entre projeto investigativo e de aprendizagem, a riqueza do processo de documentação quando realizado pela criança, a importância de um bom planejamento e a riqueza na diversidade de estratégias de pesquisa que favorecem a busca pelo conhecimento e o protagonismo das crianças.
A formação, elaborada pela equipe técnica de EMEI, foi conduzido pela supervisora de Educação Básica Daniele Dayana Rodrigues de Souza, com apoio dos assistentes técnicos Alexis Matarazzo, Fernanda Casagrande e Jéssica Larissa Gomes na Oficina Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, e contou com a participação efetiva dos professores que puderam apreciar práticas exitosas já existentes, sanar dúvidas, partilhar experiências, articular teoria e prática, e ampliar significativamente o seu repertório de trabalho.
A professora Francine Defensor, da EMEFEI Chico Xavier, destaca a importância do momento que também nos impulsiona enquanto docentes. “Eu amei !!! Sempre trazendo novidades, saindo com o coração quentinho e abastecendo as energias para colocar tudo em prática ... É muito bom ver coisas diferentes, novas ideias, isso me faz querer fazer algo novo também !!!”, destaca.
Os estudos aconteceram na Oficina Pedagógica sob a condução da Supervisora de EMEI Daniele Dayana Rodrigues de Souza, e dos assistentes técnicos de área de EMEI: Alexis Matarazzo, Fernanda Casagrande e Jéssica Larissa Gomes.
A ação integra o calendário de formações do ano letivo e teve como objetivo fomentar a reflexão e ampliar o conhecimento acerca desta modalidade de trabalho docente: os projetos. O encontro contou com a participação ativa do grupo que pôde socializar práticas presentes nas unidades escolares, elaborar questionamentos pertinentes e fortalecer o entendimento sobre o processo educativo por meio da articulação entre teoria e prática.
Os estudos também propuseram o esclarecimento de dúvidas trazidas pelos próprios professores coordenadores, perpassando pelas concepções teóricas que fundamentam o trabalho no Sistema de Ensino do Município, na busca pela qualificação do atendimento prestado às crianças com vistas ao seu pleno desenvolvimento.
Para a professora coordenadora Aline Pereira Minoti, da EMEI Pingo de Gente, “foi proveitoso poder refletir sobre o assunto e ampliar a forma como vemos e trabalhamos com os projetos investigativos.”
Dando continuidade às ações de fortalecimento da Educação Especial na rede municipal, a Secretaria da Educação iniciou nesta quarta-feira, 08 de abril de 2026, o ciclo de "Oficinas de Construção dos PEIs". As oficinas são mediadas pela professora especialista Érika Pingo Pedroso, com o apoio dos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e da Supervisora de EMEI Daniele Dayana Rodrigues de Souza. O objetivo é subsidiar os docentes, de maneira teórica e prática, na elaboração deste documento, garantindo que as especificidades de cada aluno sejam atendidas. A organização dos encontros foi estruturada para acolher mais de 300 educadores que atuam diretamente com as crianças nas escolas identificando as necessidades e potencialidades de cada uma. As atividades ocorrem nos dias 08, 15, 22 e 29 de abril, na Sede da Secretaria Municipal da Educação ou ainda em Unidades Escolares específicas, dentro do tempo de Formação continuada (HEC).
Este ciclo de oficinas reforça o compromisso da Secretaria Municipal de Educação com a formação continuada e com a implementação efetiva dos instrumentos de Educação Especial, consolidando o Plano de Educação Individualizado como peça-chave para a equidade no aprendizado em 2026.
A primeira parte do encontro foi dedicada a explicação dos instrumentos de suporte à Educação Especial. As professoras especialistas Erika Cristina Pedroso Pingo e Vanessa Aparecida Peluccio de Azevedo, do Centro Multidisciplinar de Atendimento Educacional Especializado (CEMAEE), detalharam o uso de documentos fundamentais para o trabalho conjunto entre coordenadores, professores regulares e professores do AEE. Entre os destaques estiveram. API: Avaliação Pedagógica Inicial; PEI: Plano de Educação Individualizado e PAEE: Plano de Atendimento Educacional Especializado.
O objetivo foi garantir que o atendimento aos alunos da Educação Especial seja articulado e eficiente em todas as etapas. Além deste momento, foi apresentado aos coordenadores um instrumento de avaliação para apoio no levantamento das necessidades e contribuir na escrita do PEI.
De acordo com a professora Jacqueline Mançano Scarano, O encontro foi muito produtivo, trazendo importantes documentações atualizadas que são essenciais para o nosso trabalho enquanto coordenação e equipe escolar. Esses registros fortalecem nossas ações e nos orientam na organização de práticas mais qualificadas, sempre considerando as necessidades das crianças com necessidades especiais. Foi um momento conduzido com muito afinco e dedicação, reafirmando o compromisso coletivo com uma educação mais inclusiva e sensível, tornando o encontro muito significativo para todos nós.
Dando continuidade à pauta, ao encontro abordou as metas e as novas legislações para o ensino em tempo integral. Foram apresentados pela Assistente Técnica Jéssica Larissa Gomes Mariucio os parâmetros da Meta 06 do Plano Nacional de Educação (PNE) e o Programa Escola em Tempo Integral do Governo Federal. Um ponto crucial da discussão foi a Resolução nº 07, de 01 de agosto de 2025, que norteará os trabalhos da rede ao longo deste semestre. Foi enfatizada a incumbência das escolas em atualizar seus Projetos Político-Pedagógicos (PPP) para a inserção dos projetos de tempo integral.
Para viabilizar essas mudanças, a Secretaria apresentou os encaminhamentos do Grupo de Trabalho (GT). Segundo a supervisora Daniele Dayana Rodrigues de Souza, o grupo terá caráter multidisciplinar, atuando diretamente no acolhimento e na implementação das novas diretrizes federais no contexto local em diversos ambitos.
O encontro reforçou a importância do papel do coordenador pedagógico como mediador dessas transformações, garantindo que as políticas de inclusão e de ampliação da jornada escolar se traduzam em qualidade de ensino para as crianças do Sistema de Ensino.
Para o diretor Mauro Marcuci, esta discussão trouxe um olhar muito interessante sobre as possibilidades de trabalho e a forma como devemos enxergar a escola de tempo integral! Os exemplos de trabalhos realizados na rede foram inspiradores para que possamos repensar o trabalho em nossa Unidade Escolar para além do currículo comum.
Durante a reunião, foram discutidos dados da Avaliação Institucional de 2025 e importância destes como elementos propulsores para o trabalho da Coordenação pedagógica em 2026. Também foram discutidos aspectos relacionados à organização das Horas de Estudo Coletivo (HEC), à elaboração de relatórios formativos e à utilização de instrumentos de acompanhamento pedagógico. O encontro proporcionou momentos de diálogo, socialização de experiências e reflexão teórica sobre o papel da coordenação pedagógica na mediação das práticas docentes e na qualificação das propostas oferecidas às crianças. As discussões reforçaram a relevância do planejamento intencional, do acompanhamento sistemático e da avaliação contínua como elementos fundamentais para o fortalecimento do Projeto Político-Pedagógico das unidades.
Para a Professora Coordenadora Aline Nogueira foi “muito pertinente todos os aspectos abordados em nossa reunião, material muito rico, explicação clara, objetiva e essencial para o desenvolvimento do nosso trabalho.”
O Programa de Leitura e Escrita na Educação Infantil (ProLEEI) é uma ação desenvolvida pelo MEC, e conta com a participação do Governo Federal em parceria com Estados, Municípios, e Universidades Federais. Na última semana, Marilia deu início aos encontros presenciais que foram marcados pelo envolvimento dos participantes.
O ProLEEI visa a oferta de formação continuada aos profissionais da área da Educação Infantil e integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) disseminando práticas inspiradoras que qualificam trabalho desses profissionais e reconhecendo a importância da promoção de processos de apropriação da cultura letrada como direito das crianças dessa etapa.
O início das formações no Município de Marília, implementam uma ação essencial no Sistema de Ensino com o propósito de oferecer subsídios teórico-metodológicos que favoreçam uma mediação pedagógica cada vez mais qualificada, a fim de ampliar as experiências das crianças com a oralidade, a leitura e a escrita.
Coordenados pelas professoras Carla Regina Araújo e Gilmarise Ferreira Pedroso, os encontros acontecerão na Sede da Secretaria Municipal da Educação com grupos as terças e sextas-feiras sob o apoio da equipe técnica e Supervisão escolar.
Em sua segunda edição, ao todo, quase 100 profissionais participam do ProLEEI 2026.
Segundo a Secretaria de Educação Profª Rosemeire Frazon, a proposta é que o Currículo Computacional seja implementado gradativamente nas escolas municipais a partir deste início do ano letivo concomitante a formação dos docentes . Este documento emerge da realidade social vivida nos dias atuais e marca um avanço importante no processo de formação das crianças na Rede Municipal.
Com o objetivo de organizar os trabalhos para os dias de planejamento escolar, a reunião teve como pauta: a acolhida dos diretores e coordenadores; a análise de dados da Avaliação Institucional; o roteiro para elaboração dos Projetos Políticos Pedagógicos; entre outros temas relacionados ao início do ano letivo.
“Na avaliação final, os gestores destacaram a clareza, objetividade e organização do trabalho, bem como a relevância dos temas que serão abordados durante os dias de Planejamento Escolar – que ocorrem de 18 a 20 de fevereiro. E que também é considerado um momento fundamental para a organização de todo o ano letivo da nossa Rede de Ensino”, destacou a secretária municipal da Educação, professora Rosemeire Frazon.
Atualmente, a Rede Municipal de Ensino de Marília conta com mais de 10 mil alunos matriculados em cerca de 40 EMEIs – que atendem crianças de 0 a 5 anos de idade, nos períodos parcial e integral.